terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Seminário dá passos importantes para organização da comunicação sindical no país

Texto originalmente publicado no site da CSP Conlutas


O 1° Seminário Nacional de Comunicação da CSP-Conlutas foi considerado um sucesso pelos presentes. O encontro, realizado de 12 a 14 de dezembro, em São Paulo, teve 87 inscritos, 81 credenciados, sendo 34 profissionais de comunicação e 47 dirigentes sindicais, representados pelos estados do Ceará, Pará, Piauí, Sergipe, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Acre, Goiás, Rio Grande do Norte, Alagoas, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraíba, Bahia.

A atividade proporcionou a muitos profissionais de comunicação e aos dirigentes da área sindical, social e de movimentos de luta contra a opressão a possibilidade de se conhecerem pessoalmente e estreitarem laços. Foi um espaço de fortalecimento da luta e da missão em levar comunicação de qualidade para a classe trabalhadora.

Os presentes assistiram a palestras sobre as novas plataformas de mídias, a importância da linguagem, a comunicação interna e externa, e o papel estratégico da comunicação. O espaço foi de reflexão sobre comunicação voltada aos trabalhadores e busca de meios para aprimorá-la.  

No último dia do evento (14), o seminário abriu com a seguinte pergunta: a comunicação é estratégica? O debate foi em torno da importância de as direções das entidades sindicais enxergarem o setor de comunicação estrategicamente para as lutas da classe, com investimento no setor e valorização do profissional de comunicação.  

A mesa foi composta pela Comissão de Organização do evento: Marinalva de Oliveira, dirigente responsável pelo setor de comunicação do Andes-SN, Joaninha de Oliveira da Secretaria Executiva da Central, Claudia Costa, coordenadora de comunicação da CSP-Conlutas, e Rodrigo Correa do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, que coordenou os trabalhos.  

A dirigente do Andes-SN mostrou a experiência em comunicação da entidade nacional em que atua, e apresentou o plano de comunicação elaborado pela entidade com os objetivos a curto, médio e longo prazo. A comunicação da entidade busca disputar a hegemonia na categoria docente e da sociedade. “Precisamos ter nossos próprios meios de comunicação. Ter a prioridade que comunicação é estratégica e é importante”, destacou.  

As matérias produzidas pela entidade, segundo a dirigente, sempre buscam a pesquisa e análise política daquele determinado assunto. “Existe pressão para fazer matérias factuais, igual à imprensa burguesa. Entretanto, procuramos elaborar matérias com a qualidade e formação política que os trabalhadores precisam”, disse, completando que é preciso também a solidariedade de classe com outras lutas.   Para ela, outro aspecto importante é a necessidade de proporcionar formação, condições adequadas de trabalho e um salário digno aos profissionais da comunicação na base d Central. “Não podemos defender a precarização e nem amadorismo”, frisou.  

Marinalva disse ainda que  é necessário o “funcionamento em rede, com jornalistas e dirigentes, formação e discussão, investimento, e uma linguagem acessível à base”. 

O SINDSERM TERESINA esteve representado através da Diretora de Comunicação e Imprensa: Mara Sousa e do Jornalista e Diagramador Luan Matheus,que compuseram a mesa e relataram as experiências frente a assessoria de comunicação do sindicato,além de apresentarem os plano de Comunicação da Entidade.


Ao final apontou diretrizes para um plano de comunicação da Central.  

A dirigente da CSP-Conlutas, Joaninha, falou da importância do seminário para consolidação da integração das entidades, dirigentes e profissionais de comunicação para fortalecer a luta dos trabalhadores. Que a presença das diversas categorias como vigilantes, trabalhadores dos Correios, metalúrgicos, bancários, entre outros, demonstrava essa necessidade que temos de avançar nessa comunicação, que serve como ferramenta de transformação da sociedade.  

Falou também do trabalho para buscarmos ampliar a comunicação externa, e com isso “ampliar nossa estrutura e os meios de chegar à base. Temos que negar o monopólio [imprensa burguesa], mas temos que buscar esse espaço. As mesas, mesmo com diferenças, nos fizeram refletir e saímos fortalecidos”, avaliou.  

A dirigente da CSP-Conlutas fez um balanço do seminário como sendo uma vitória, com a ressalva de que aquele era um primeiro passo e que há muito ainda a ser feito. “Esse seminário deu um passo à frente, mas ele não se encerra. Gostaria de parabenizar a todos os presentes nesse que foi um espaço de aprendizado”, finalizou.  

A assessora de comunicação da CSP-Conlutas, Claudia, disse que um dos objetivos centrais do seminário era buscar uma integração nacional com o intuito de fortalecer a comunicação da Central na luta em defesa dos trabalhadores. Para que isso avance é importante a integração das direções sindicais. “O primeiro passo para que isso seja consolidado foi a presença de dirigentes nacionais tanto na organização, quanto como participantes”, explicou.  
Claudia finalizou agradecendo ao conjunto dos funcionários, que na retaguarda ou na linha de frente tornaram possível a realização daquele seminário e convidou a todos os presentes que se integrassem nesse projeto.   Ao final, foi proposta a elaboração de um relatório a ser submetido às instâncias da Central, apontando as reflexões feitas no seminário e incorporando as questões discutidas naquele fórum.  

Entre as propostas que comporão o relatório estão a valorização do profissional dentro da Central e a busca efetiva contra a precarização; a construção de um Manual de Comunicação e de Redes Sociais, elaborado coletivamente pela rede de emails; buscar estruturar as CSP-Conlutas regionais e estaduais para melhor trabalho de comunicação; ter setoriais ou grupos de trabalho para discutir o tema da comunicação; aprofundar as discussões pertinentes ao mundo jornalístico, entre elas, a democratização dos meios de comunicação, o diploma para exercer a função de jornalista e o caráter do jornalismo; elaborar conceitualmente sobre a comunicação dos trabalhadores; a profissionalização dos departamentos de comunicação, levando em conta a autonomia de cada entidade; a busca pela criação de uma agência de comunicação, com o fortalecimento da rede que já teve início com a participação de alguns jornalistas, e criação de grupos de email WhatsApp ou que mais for necessário; dar como indicativo de lançamento da Agência de Comunicação bem como o Plano Nacional de Comunicação da CSP-Conlutas, o próximo seminário da CSP-Conlutas, com data a ser defina; fortalecer o tripé – dirigente, jornalista, trabalhador; ampliar a solidariedade de classes.  

Equipe de comunicação da CSP-Conlutas: Bianca Pedrina (Jornalista) Claudia Costa (Assessora de Comunicação) Samia Gabriela (Jornalista). 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Prefeito Firmino Filho (PSDB) divulga antecipação de 13 salário e não cumpre!

Cuidado com o calote da Prefeitura!  Recentemente a Prefeitura já divulgou três datas diferentes para efetivação do pagamento do 13° salário dos funcionários do município,a primeira data divulgada foi nos dias 12 e 13 deste mês e não se efetivou; em uma nota divulgada pela secretaria de comunicação da Prefeitura, o pagamento estaria mantido pra o próximo dia 19 de dezembro conforme tabela anual previamente divulgada, devido aos problemas de planejamento e redução de custos. 
Contudo,menos de vinte e quatro horas depois a página oficial da PMT retifica a informação e atribui uma nova data para o referido pagamento, sendo o 13º para dia 16 e antecipação do salário entre os dias 19 e 21.
A categoria deve estar atenta e vigilante pra não sofrer um calote semelhante ao que ocorreu em março de 2014 em que o prefeito anunciou a concessão de reajuste salarial linear de 6,5% e concedeu apenas 5,8%, que não recuperou nem a inflação, fez atrasado pois implantou na folha somente em maio e ainda excluiu 4 categorias do reajuste.
Com tantas ações arbitrárias e ilegais da gestão do PSDB é preciso que estejamos mobilizados para exigir o imediato pagamento do 13° salário dos servidores municipais sem incidência de desconto do IPMT.


Sindserm Teresina Gestão Base em Ação Avançar com Lutas.

MML convida para apresentação do movimento neste sábado, dia 13

O Brasil é o 7º país que mais mata mulheres no mundo fazendo parte da epidemia global que é a violência contra a mulher. A cada duas horas uma mulher brasileira é morta pela violência machista; a cada dois minutos cinco mulheres são espancadas e a cada 10 segundos uma mulher é vítima de estupro.

Esses dados alarmantes somados com o fato de as mulheres amargaram as piores estatísticas sociais, como ocuparem os piores postos de trabalho e serem a maioria entre a população pobre, fez com o que o Brasil hoje ocupe a 71ª posição no ranking de igualdade de gênero, segundo o Fórum Econômico Mundial, caindo 09 posições de 2013 para cá.

Mesmo durante o primeiro governo de uma mulher, infelizmente a realidade que vemos é que o combate à violência machista não veio sendo prioridade e não acreditamos que isso se reverta em seu segundo mandato.

Apesar de termos tido alguns avanços muito pontuais, Dilma (PT) já demonstrou que não tem compromisso com a vida das mulheres que são submetidas a essa cruel realidade todos os dias, principalmente com as mulheres trabalhadoras, que por sua falta de recursos ficam submetidas a sua própria sorte.

Diante disso, o Movimento Mulheres em Luta (MML) convida mulheres e homens para conhecer a organização que se articula nacionalmente através da Central Sindical e Popular - CSP Conlutas. Sábado, às 16h no Sindserm, próximo à praça do FRIPISA.

Endereço:
SINDSERM: Rua Quintino Bocaiúva, 446 - Centro, Teresina - PI, 64001-270. Telefone:(86) 3221-3165

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Nota de pesar | Camarada Rogério, presente!

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina está em luto, pelo falecimento do camarada Rogério Bezerra. Na madrugada do último sábado, 6, Rogério passou mal e teve parada cardíaca, falecendo no hospital.

Rogério era professor de Educação Física da rede municipal de educação e a sua militância política por uma sociedade mais justa e igualitária o levou a compor diversas lutas sociais, desde o Movimento Popular do Bairro Parque Piauí até a direção do SINDSERM na gestão Base em Ação, que resgatou o sindicato para a luta da classe trabalhadora.

Com espírito aguerrido, sempre esteve presente nas lutas sociais, da classe trabalhadora e da juventude, contribuindo intensamente nas lutas tocadas pelos servidores municipais de Teresina. Por toda a sua história de luta e exemplo de cidadão, hoje, nós dizemos: Rogério, presente!


Aos amigos e familiares, nossos sentimentos. 

Mães permanecem mobilizadas contra o fechamento da creche Tia Alice

Depois de ameaças de fechamento do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Tia Alice, localizada no bairro São Joaquim, zona norte de Teresina, mães e avós de crianças de 0 a 3 da comunidade se uniram para lutar pela manutenção da creche no local. A ameaça de fechamento foi da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC), que alegou problemas de estrutura no local.

Duas reuniões já foram marcadas com a SEMEC, mas essas mães continuam sem resposta. Entretanto, a mobilização delas já provocou um recuo do secretário Kleber Montezuma, que visitou a creche na última quinta-feira, 4, e colocou duas alternativas para a comunidade escolar escolher: a primeira era permanecer no local sem que nada fosse feito, mesmo com os problemas estruturais, e a segunda era realocar as crianças para outra creche durante 2015, até que até que uma nova Cmei fosse construída para a comunidade.

Na sexta-feira, 6, as mães e professoras da Cmei Tia Alice voltaram a se reunir e decidiram, por unanimidade, que vão continuar lutando pela permanência da creche no bairro, pelos reparos estruturais necessários para seu funcionamento e pela abertura de vagas para crianças de 2 anos. Além disso, devem aguardar a construção da nova creche prometida pela secretaria para 2016.

Amanhã, uma comissão formada por mães e professoras vai até a SEMEC entregar um documento oficial com a decisão da comunidade. No início da semana, dezenas de mães já haviam ido a sede da SEMEC, onde participaram de uma reunião com a gerente de gestão escolar, Luíza Maria Moreira Solano, mas não receberam nenhuma resposta.


As mães vão continuar lutando pelo direito a creche e contra essa violência institucional da Prefeitura às mulheres trabalhadoras de Teresina. O SINDRSEM também se mantém firme nessa luta, porque educação é um direito e direitos não se negociam, se exigem.



quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

SINDSERM INFORMA


Sobre pagamento de retroativos/diferenças e outros.

Alguns ativistas estão procurando o Sindserm na busca de informes sobre o pagamento de um retroativo referente a férias e ou décimo terceiro de 2012 – 2013 a partir do informe que houve algum funcionário que recebeu.

Aproveitamos a oportunidade para informar todos os retroativos e diferenças que o prefeito Firmino Filho está devendo ao magistério:

1. Reajuste salarial 2013;
2. Reajuste salarial 2014;
3. Diferença do Piso 2014 – Custo aluno atualizado em abril 2014;
4. Desconto indevido por participação em assembleia;
5. Mudanças de nível;
6. 2.000.000.000,00 gastos com pacote educacional IAB e Alfa e Beto;
7. Repasse ( R$ 9.000,00) sem rankeamento e meritocracia dos milhões destinados ao programa de “valorização ao mérito” Lei nº:4.499 de 20 de dezembro de 2013 , fonte0101
8. Hora extra dos 40 min diários que estão exreapolando a jornada de 8h diárias através da implementação da Portaria 481
9. Correção/ Revisão de enquadramento desde 2009;
10. Descontos do IPMT no 13º salário.

Estamos na batalha para receber o que nos é de direito, na justiça e na luta política. Neste sentido a eleição dos representantes por local de trabalho é fundamental e fortalece a Campanha Salarial 2015!
Também é muito importante que todos(as) servidores fiquem atentos aos seus contracheques mensalmente pois realmente você pode ser usurpado pelo prefeito e nem perceber.
Caso observe qualquer alteração procure o Sindserm!

SINDSERM TERESINA: Gestão Base em Ação Avançar com Lutas.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Creche Tia Alice pode ser fechada e mães protestam

As mães da comunidade São Joaquim, zona norte de Teresina, continuam preocupadas com possibilidade, cada vez mais concreta, do fechamento do Centro de Educação Infantil (Cmei) Tia Alice. Essas mulheres, muitas mães solteiras e chefes de família, precisam deixar os filhos nessa creche para trabalhar e conseguir sustento da família.

Ontem, dezenas de mães foram até a Secretaria Municipal de Educação (SEMEC), onde participaram de uma reunião com a gerente de gestão escolar, Luíza Maria Moreira Solano, levando um abaixo assinado reivindicando a manutenção da creche no local. Essa já a segunda reunião marcada entre as mães e a SEMEC, mas nada foi resolvido até o momento.

Na reunião, a gerente de gestão escolar disse apenas que iria receber o abaixo assinado, mas que não daria nenhuma resposta sobre o assunto naquele momento. Enquanto isso, a incerteza das mães continua, porque não sabem se terão creche para deixar os filhos no ano que vem.

O espaço físico da creche já está bastante debilitado, porém, para as mães é melhor manter a creche funcionando, mesmo com todas as dificuldades, que fechá-la e não ter onde colocar os filhos.

A proposta da SEMEC é transferir as crianças para outra duas creches, Cmei Padre Eduardo e Cmei Tia Helena Medeiros, localizados no mesmo bairro, mas distantes da reunião onde moram essas mães.

Além disso, a secretaria de educação omite os problemas que geram essas transferenciais. O primeiro é que para a Cmei Padre Eduardo receber turmas da Cmei Tia Alice será necessário não abrir novas turmas, mesmo com uma demanda muito grande na comunidade. O segundo problema é que a Cmei Tia Helena Medeiros sofre com problemas estruturais muito piores que a Cmei Tia Alice.


As mães vão continuar lutando pelo direito a creche e contra essa violência institucional da Prefeitura às mulheres trabalhadoras de Teresina. O SINDRSEM também se mantém firme nessa luta, porque educação é um direito e direitos não se negociam, se exigem.

Depois da reunião com a SEMEC, as mães participaram de reunião com diretores do SINDSERM
 

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Justiça determina que PMT regularize repasses e não crie obstáculos para a organização sindical

Pela segunda vez neste ano a Justiça do Trabalho determina que Prefeitura Municipal de Teresina, através da Secretaria de Finanças, regularize os repasses e contribuições associativas ao SINDSERM e não crie obstáculos para a livre organização sindical. Desde junho deste ano, a Prefeitura já recusou 111 novas filiações ao sindicato, alegando que o servidor deveria registrar firma em cartório para comprovar o desejo de filiação.

A Juíza Ginna Isabel Rodrigues Veras, titular da 5º Vara do Trabalho, entendeu que essa medida adotada pelo executivo municipal é uma conduta antisindical e atentatória ao principio da liberdade sindical. A determinação foi proferida após ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho contra o Município de Teresina e do Prefeito Firmino Filho (PSDB).

Cabe ressaltar que para efetuar a filiação de um novo servidor é necessário apenas o preenchimento da ficha de filiação, com os dados pessoais e assinatura do servidor. O pedido de reconhecimento de firma foi um obstáculo criado pela Prefeitura para livre organização sindical. Prática que de acordo com a referida decisão é passível de multa de R$ 5 mil por obrigação infringida e por dia de atraso.
Porém, mesmo com esta decisão publicada dia 13 de novembro, no dia seguinte o município devolveu um oficio do SINDSERM que solicitava a filiação de 34 novos servidores, fazendo a mesma alegação anteriormente proibida pela Justiça do Trabalho.

O SINDSERM repudia com veemência as condutas ditatoriais e antissindicais do Prefeito Firmino e sua equipe de gestores, que desrespeitam o direito a organização sindical e agem fora da lei, descumprindo decisões judiciais.

Para enfrentar essas ações antissindicais e toda a truculência da gestão Firmino Filho (PSDB), que arrocha salário, persegue funcionários com assedio moral, privatiza a saúde através das Oscips, exclui servidores do reajuste salarial e desvaloriza os serviços públicos e servidores municipais, só mesmo muita organização de base. O SINDSERM segue lutando pela democratização do sindicato, ampliação das filiações e organização dos trabalhadores, através dos representantes por local de trabalho.

ENTENDA O CASO

Em março de 2014, o Sindserm protocolou denúncia no MPT, que alegava a ausência dos repasses das contribuições sindicais dos servidores. Segundo os dirigentes sindicais, a prefeitura não estava fazendo os descontos nos contracheques. Dessa maneira, o sindicato não poderia exercer suas atribuições de representação dos trabalhadores sem o repasse mensal.

A Secretaria Municipal de Administração, na ocasião, justificou que teria havido um erro no sistema e não admitiu ato antisindical, garantindo que o problema já estava resolvido. Entretanto, dois meses depois, a prefeitura passou a exigir que os servidores que optassem pelo desconto de contribuição sindical apresentasse uma autorização com firma reconhecida. No entendimento do MPT, a exigência foi mais um ato antissindical da prefeitura ante os servidores, pois obrigaria o sindicato a emitir mais de cinco mil autorizações com firma reconhecida, o que implicaria em um ônus a mais para a entidade.


Durante o período em que transcorreu o procedimento investigatório do MPT, o Sindserm ficou cerca de seis meses sem receber a sua principal receita, obrigando os dirigentes sindicais a recorrerem à Justiça para ter acesso às contribuições. (Ascom MTP)

MONTEZUMA segue mentindo e SEMEC não vai abrir Maternal em 2015

Secretário de Educação KLEBER MONTEZUMA segue mentindo nas emissoras de Televisão e organizando reuniões internas para informar às diretoras de creches que a secretaria não vai abrir turmas de berçário e maternal em 2015, confirmando as denúncias feitas pelo SINDSERM.

No início dessa semana o secretário foi a praticamente todas as emissoras de TV de Teresina tecer mentiras e, mais uma vez, enganar a população. Ele garantiu à dezenas de mães que vai ter creche em 2015, entretanto, por trás das câmeras das emissoras, ele orientar sua equipe de gestão à organizar reuniões e informar que a SEMEC NÃO VAI TRABALHAR COM MATERNAL EM 2015.

Nesse vídeo, a coordenadora de alfabetização da SEMEC, Antônia Melo, é bem categórica ao dizer: "nós não vamos abrir maternal, então você vai ficar com o que tem e não vamos abrir"!





# ALUTA PELO DIRETO A CRECHE CONTINUA!

# FIRMINO FILHO (PSDB), FECHAR CRECHES É UM ATO DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER TRABALHADORA!

# REABERTURA DAS TURMAS DE 0 A 3 ANOS PARA AS CRIANÇAS, JÁ!


#SindsermTeresina - Gestão Base em ação, avançar com lutas!

Sindicatos compõe Fórum de Valorização do Serviço Público


Reunião entre entidades sindicais, realizada ontem, 27/11.












Aconteceu ontem pela manhã mais uma reunião entre sindicatos e associações de classe de diversas categorias de servidores públicos do estado, que estão sofrendo um duro ataque aos seus diretos, com a suspensão dos reajustes salariais, aprovados nos anos de 2012 e 2013. O SINDSERM Teresina também esteve presente, junto com outras entidades do funcionalismo público do âmbito federal, estadual e municipal. Compreendemos que nesse momento, é fundamental fortalecer um polo de resistência contra esses ataques, que também podem chegar ao funcionalismo público municipal.

O Governador Zé Filho (PMDB), que nas últimas eleições estava no mesmo palanque do Prefeito Firmino Filho (PSDB), se nega a garantir os direitos dos servidores e sequer se coloca para negociar uma saída para o problema. Por outro lado, o futuro governador Wellington Dias (PT) também já afirmou que não pretende conceder o reajuste, demonstrando que o projeto político desses três partidos é um só: governar para os ricos.

Na reunião de ontem, as entidades encaminharam a composição do Fórum de Valorização Do Serviço Público e uma nova reunião foi agendada para quarta-feira, 3 de dezembro, as 9 horas.

O SINDSERM Teresina dá total apoio a essa iniciativa e se coloca a disposição para construir as lutas em defesa dos trabalhadores, pois sabemos que a politica do município não é diferente e precisamos fortalecer ainda mais a unidade entre as categorias para assegurar nossos direitos.