quarta-feira, 13 de abril de 2016

SERVIDORES MUNICIPAIS DE TERESINA ESTÃO EM GREVE DESDE O DIA 1º DE ABRIL

Os servidores públicos municipais de Teresina estão em greve desde o dia 1º de abril, contra as arbitrariedades do Prefeito Firmino Filho (PSDB) que, apoiado pelos vereadores da capital, aprovaram o reajuste da categoria parcelado, em três vezes. Efetivamente, o reajuste será de apenas 3,57%.  
A categoria, sobretudo, os setores administrativos não aceitam o parcelamento do reajuste. “Existe uma crise instalada no país, que não foi provocada ou gerada por nenhuma de nós trabalhadores. Não participamos dos escândalos de corrupção, não estamos sendo investigados pela Operação Lava, nem fomos citados na lista da Odebrecht, como o Firmino. Por isso, não aceitamos pagar por essa crise”, afirma Letícia Campos, presidente do SINDSERM.
A greve já atinge setores administrativos dos Postos de Saúde, Unidades Básicas de Saúde, Laboratório Raul Bacelar, Centros de Apoio Psicossocial, assim como os fiscais de transito, assistentes sociais e motoristas do Núcleo de Transportes da Fundação Municipal de Saúde.
O impacto do parcelamento nas contas dos servidores será alto. De acordo com a economista Verônica Paraguassú, que fez um levantamento econômico analisando a perda salarial que os trabalhadores terão a partir desse parcelamento proposto pelo Prefeito, o cenário será de mais perdas.
O estudo concluiu que, com o parcelamento do reajuste de 10,7%, os servidores enquadrados nas Classes A e B (em qualquer dos níveis) terão uma perda anual de R$ 341,28. Já os servidores enquadrados na Classe C terão perdas de R$ 370,11 à R$ 429,06, de acordo com o nível.
“Para nós, isso é uma perda enorme e só demonstra o total desrespeito do Prefeito Firmino Filho com o servidor municipal. Por isso não aceitamos esse parcelamento e vamos manter a greve até que o prefeito reverta essa medida arbitrária”, finaliza Letícia Campos.




terça-feira, 5 de abril de 2016

NÃO AO PARCELAMENTO! REAJUSTE INTEGRAL, JÁ!

Na mídia, o Prefeito Firmino Filho (PSDB) divulga reajuste de 10,7% para os servidores municipais, só que esse reajuste é parcelado em três vezes e, na prática, só receberemos 3,57% de reajuste. Além disso, nada garante que as demais parcelas sejam realmente pagas.
A categoria não caiu na manobra do prefeito e da Câmara Municipal de Teresina, que votaram o projeto as escondidas e em tempo recorde. Votamos a deflagração da greve e pelo reajuste salarial integral!
Na pauta de revindicações, também aprovamos a cobrança das Mudanças de nível, melhores condições de trabalho, regularização da jornada, entre outros pontos.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

NAS RUAS CONTRA AS MENTIRAS DOS GOVERNOS!

Os servidores públicos municipais de Teresina aprovaram GREVE GERAL contra a política de parcelamento do reajuste salarial anual da categoria. Nosso trabalho é integral e o reajuste também deve ser!
Saímos às ruas para denunciar as mentiras do Prefeito Firmino Filho e somar forças aos demais trabalhadores, que nesse 1° de Abril, estão denunciando os ataques e mentiras dos governos.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Com atraso, SEMEC divulga edital de convocação das eleições para diretores (as) de escolas e CMEIs

Desde o ano passado, o SINDSERM vem pressionando a Prefeitura e a Secretaria de Educação para a realização das Eleições para Diretores de Escolas no tempo correto e de forma democrática. Mesmo com muito atraso, demonstrando um completo desrespeito com a autonomia das escolas, a eleição foi marcada para acontecer dia 8 de abril.

Hoje, a Prefeitura divulgou o edital de convocação da eleição, mas o acesso ao conteúdo não está tão acessível (veja no link abaixo). O prazo para inscrição das chapas já se encerra na próxima terça-feira, dia 8.


Por isso, é importante que cada trabalhador (a), em seu local de trabalho, busque, junto com a comunidade, escolher a melhor direção para sua escola. Vale lembrar que a eleição para direção de escolas e CMEIs é uma reivindicação antiga e uma conquista dos trabalhadores.


SEGUE LINK DO EDITAL:


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Assédio moral tem punição: SINDSERM arranca mais uma vitória contra assediadores

Segue vitoriosa a campanha do SINDSERM no Combate ao Assédio Moral. Mais um caso onde nossa assessoria jurídica conseguiu vitória jurídica e punição a assediadores. Qualquer situação de assédio procure a Direção do SINDSERM.

A prática do assédio moral é tão nefasta, que às vezes chega a coincidir com condutas criminosas. É o caso, por exemplo, do que ocorreu com a Professora S.L.P.A, que vinha sofrendo prática de constrangimento ilegal por parte da Diretora da Escola Municipal E.X.P.J. A gestora questionava os atestados médicos apresentados pela professora e ainda incitava que ela tinha problemas mentais, sempre utilizando como justificativa, o fato de a professora ter procurado atendimento psiquiátrico, no ano de 2015. Ao mesmo tempo, não levava em consideração, que a busca por ajuda psiquiátrica foi motivada por problemas causados pela perda de um familiar e também por conta do assédio moral sofrido dentro da escola.

Apesar do assédio sofrido constantemente e do fato de ainda estar em estágio probatório, a Professora não se intimidou e denunciou os fatos, que geraram uma ação criminal. O processo tramitou no Juizado Especial Criminal do Buenos Aires e a Diretora M.F.F.S, temendo ser responsabilizada criminalmente, aceitou transação penal proposta pelo Ministério Público.

De acordo com o que foi convencionado com o MP, a gestora terá que pagar o valor de 1 SALÁRIO MÍNIMO para uma instituição de caridade e não poderá cometer novos ilícitos pelo período de 5 anos, sob pena de não poder receber novamente tal benefício.

Importante ressaltar que na ocasião, a Promotora Maria Odete Soares enfatizou que, embora a legislação fale que a gestora não pode cometer novos crimes por um período de 5 anos, sob pena de não poder ser beneficiado com a transação penal, o constrangimento emplacado não deve ser repetido nunca, uma vez que essa é prática abominada pelo ordenamento jurídico.

A assessoria jurídica do SINDSERM, que acompanha o caso desde o início, advertiu a Professora S.L.P.A. de que a mesma tinha direito à reparação cível pelos danos morais que lhe foram causados. Todavia, ela preferiu não andar com esse processo, uma vez que seu intuito não era a reparação financeira, mas sim a punição pelo constrangimento que foi obrigada a suportar no seu local de trabalho.

Além do processo criminal, foi ainda formulada denúncia para a SEMEC, a qual instaurou Sindicância interna para apurar o caso e outras práticas cometidas pela Diretora. O processo segue em análise e a assessoria jurídica do SINDSERM vai continuar exigindo responsabilização da Diretora.



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

SINDSERM convoca trabalhadores do Magistério para Paralisação Nacional

Dias 15, 16 e 17 de Março, o SINDSERM está convocando todo o magistério para uma Paralisação Nacional da Educação, onde queremos debater com a categoria sobre a Reformulação do Plano de Cargos Carreira e Salário (PCCS), as Mudanças de Nível e Campanha Salarial, afim de organizar a luta da categoria para 2016.

O ano de 2016 já começou com diversos ataques aos direitos dos trabalhadores. A CSP-Conlutas, central sindical na qual o SINDSERM Teresina é filiado, aponta que diante do papel de sustentação do governo Dilma pela maioria das centrais sindicais (principalmente a CUT) e das frentes de apoio que se formaram em torno do governo, é necessário a construção de um polo alternativo ao governismo e à oposição de direita. 

Um polo no qual o sentido geral da luta contra o governo, a oposição burguesa e os patrões deve ser parte de todas as iniciativas que participarmos, de todas as lutas imediatas, de todas as nossas ações. 

Na Assembleia do dia 3/02, aprovamos a incorporação ao calendário nacional de mobilização, votado e aprovado pela Coordenação Nacional da CSP-Conlutas. A Central já se prepara para um ato nacional do 1º de Maio, em São Paulo, convidando todas as organizações e aos setores da esquerda classista para que se somem à iniciativa. 


A Coordenação aprovou um calendário de mobilização:


26 a 28 de fevereiro – Encontro Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

8 de março – Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora

1º de abril – Dia Nacional de Luta contra as mentiras do governo e dos patrões

2 e 3 de abril – Seminário Nacional sobre Terceirização

28 de abril – Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho

1º de maio – Dia dos Trabalhadores e Trabalhadoras

16 e 17 de junho – Encontro Nacional da Educação


  

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Solidariedade à greve dos trabalhadores da educação estadual

Hoje pela manhã, a direção do SINDSERM esteve presente no Ato Público dos Trabalhadores da Educação Estadual, em greve desde o início do período letivo. O Governador Wellignton Dias (PT) se nega a pagar o piso dos (as) professores (as). O SINDSERM se solidariza com a luta da categoria.




Rodízio de diretores com licença classista

Na última reunião de direção, uma das pautas debateu a cerca do balanço político da direção e das liberações sindicais. A diretoria deliberou por algumas mudanças das licenças classistas, levando em consideração que os diretores Marcelo Crespo (diretor de finanças) e Mara Sousa (diretora de comunicação) já haviam solicitado espontaneamente, por meio de memorando, a revogação de suas licenças. Na ocasião, foi votado o pedido solicitado e o rodízio de diretores.
Os diretores com licença classista a partir de agora serão: Letícia Campos (Presidente), José Neto (Vice-Presidente), Clesiana Madeiros (Diretora de Formação), Aderlan Galvão (Diretor de Assuntos Jurídicos), Ana Célia Santos (1º secretaria de Assuntos Jurídicos), Luciane Santos (Diretora de Assuntos da Mulher) e Junior Vieira (1º Secretario de Finanças).
Seguimos na articulação da campanha salarial. Nos dias 15, 16 e 17 de março haverá paralisação nacional da educação e dia dia 17 estamos convocando uma Assembleia Geral, onde vamos debater a Campanha Salarial 2016; Mudanças de Nível; e Outros Assuntos.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

SINDSERM realiza reunião com professores sobre TIP e TID

A assessoria jurídica do SINDSERM elaborou um processo padrão para que os professores que estão com Tempo Integral Porvisisório e já completaram 24 meses ininterruptos ou 36 intercalados na rede possam dar entrada do pedido de regime, para Tempo Integral Definitivo.
Estamos também fazendo um levantamento sobre os professores que se aposentaram, para ter a dimensão da disponibilidade de vagas. Orientamos aos professores que estejam nessa situação, que procurem o sindicato para retirar demais dúvidas.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

SINDSERM convoca professores para reunião sobre TIP e TID

O SINDSERM convoca todos os trabalhadores do magistério para reunião sobre Tempo Integral Provisório e Tempo Integral Definitivo (TIP e TID). A Prefeitura segue negando esse direto aos trabalhadores e a assessoria jurídica do SINDSERM vem tomando todas as medidas para reverter mais esse ataque. A reunião acontece nesta sexta-feira, dia 19 de fevereiro, às 11 horas, na sede do sindicato, localizada na Rua Quintino Bocaiuva, 446, centro.
SINDSERM, Gestão Base em Ação – Avançar com lutas.